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O refúgio na hora da tempestade Indique para um amigo

"Cada um servirá de esconderijo contra o vento, de refúgio contra a tempestade, de torrentes de águas em lugares secos e de sombra de grande rocha em terra sedenta" (Isaías 32:2).

Todos passamos por momentos difíceis em nossa vida. Todavia, por conhecermos a Deus e a Sua Palavra, há algumas coisas que nunca deveríamos pensar e jamais deveríamos fazer quando nosso relacionamento conjugal passasse por fortes tempestades. Por exemplo, após receber a notícia de que perdeu o emprego, o marido cristão deveria voltar diretamente para casa para orar com sua esposa e nunca pensar em procurar primeiro seus amigos ou ir para um bar. Ao saber de um problema de saúde, a esposa cristã não deveria cair em depressão como se aquela situação fosse sem solução, sem saída!

São nessas horas mais difíceis que podemos expressar nosso Deus e depositar Nele nossa confiança. Deus, nosso Pai celestial, sabe o que temos necessidade, antes que Lho peçamos (Mateus 6:8), e mesmo antes que clamemos, Ele já está nos respondendo (Isaías 65:24). O que deveríamos fazer, então, é, junto com nosso cônjuge, buscar em oração o refúgio para a tempestade Naquele que pode nos guardar e socorrer nesses momentos (Isaías 32:2).

Muitas são as tentativas de Satanás, o inimigo de Deus, em querer nos amedrontar e intimidar. Suas incansáveis investidas têm como alvo colocar em dúvida o poder e o amor de Deus. Na Bíblia, há vários casos que ilustram como o poder e o amor de Deus foram e são o refúgio certo para os que Nele confiam. Os amigos de Daniel, quando ameaçados de serem lançados na fornalha de fogo, caso não adorassem a imagem do rei de Babilônia, não cogitaram, em momento algum, a hipótese de negarem o único Deus a quem serviam, para se verem livres da injusta e cruel punição de morte. Como resultado, mesmo após passarem pelo fogo, apenas as cordas que os amarravam (as coisas supérfluas que o mundo usa para nos prender) foram queimadas e, no meio daquela terrível provação, eles puderam experimentar a presença de Deus, como talvez poucos o fizeram.

José, filho de Jacó, ao ser rejeitado por seus irmãos, traído e vendido como escravo para o Egito, não usou essa situação para se fazer de vítima e, assim, dar vazão à carne. Pelo contrário, fiel à visão que recebera, se manteve puro, mesmo ao ser tentado pela mulher de seu chefe. Por fim, mesmo após ser preso injustamente, o Senhor Deus o livrou e o exaltou a príncipe do Egito para preservar a vida. Tais pessoas mostraram que não eram heróis, mas servos de um Deus vivo e verdadeiro que, apesar de não os ter livrado da provação, não os abandonou. O Senhor Deus esteve com eles o tempo todo e foi magnificado aos olhos das pessoas que estavam ao redor deles. Todas as situações inesperadas ou indesejáveis que ocorrem conosco devem servir para nos ajudar a expressar e a magnificar nosso Deus.

A intensidade da provação pela qual passamos em nossa vida matrimonial apenas ajuda a revelar o tamanho do amor e do poder de Deus. Porém, se não conhecemos nosso Deus, não confiamos em Seu grande amor por nós, não descansamos em Seu poder e não buscamos com o cônjuge o apoio espiritual de que precisamos, facilmente seremos esbofeteados e carregados pelos ventos adversos da vida e rapidamente nos cansaremos pelos inúteis esforços de buscar proteção para as tempestades naquilo que não é Deus. Não é hora de nos desesperar, mas de buscar ou ajudar o cônjuge a buscar o refúgio certo para a tempestade. Quem conhece a Deus, bem como Seu poder e amor, pode ficar tranqüilo.

Fonte: Texto extraído do livro “Casamento: raízes de amor ou raízes de amargura?” publicado pela Editora Árvore da Vida

 

 

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